domingo, 15 de maio de 2011


Discutindo diferença em: Intérprete, professor educação Especial, Tradutor e Letramento?
Por :Vanda Apd. Goes
Trocando figurinhas sobre Profissão Interprete Tradutor e Professor de educação especial e Letramento, observei que a uma grande confusão nesses papéis quanto aos profissionais atuante. Para esclarecer melhor farei por etapas pra que o leitor possa de forma análoga diferenciar cada procedimento.
O Intérprete é o sujeito capacitado em libras podendo ser proficiente bilíngüe, especialista em códigos e letras, estudioso de línguas maternas, ou seja, uma pessoa habilitada e que contenha um número suficiente de libras nas mãos, e que, tenha o discernimento de que ao interpretar não ficará preso aos que se está falando simultaneamente e sim ao significado que a frase contém , para tanto esse especialista deve ter conhecimento sobre o assunto discutindo repassando informações pertinentes e sendo parcial , pois o que importa não é sua opinião e sim ser a ponte entre duas ou mais pessoas. Para se ter um exemplo vai indicar os Interpretes tradutores de conferencias mundiais, que falam simultaneamente na língua materna do ouvinte interpretando a língua de origem do palestrante. Ainda observamos o especialista em educação que acompanha o aluno na educação básica, transpondo em libras o que o professor da sala regular fala, este individuo além de transpor em libras os conteúdos precisa ter uma desenvoltura sobre os conteúdos, observando a grade curricular e tentar da maneira mais possível facilitar o conhecimento ao aluno, sendo que para isso o mesmo tenha que utilizar estratégias e pré conceitos de formas criativas e simulares.O Intérprete que tua em educação especial ou seja o professor da sala de recurso este está apto a ajudar de todas formas possível o aluno surdo ou com deficiência, este professor tanto pode transpor em libras o conteúdo regular ,como ajudar na aquisição de sinal para sua comunicação, trabalhando a língua de sinal como L1 e a língua portuguesa L2, ainda oferecendo subsídios para o professor regular. O professor especialista em língua materna tenta por pesquisas e acompanhamento descobrir como o aluno consegue adquiri de forma natural em sua língua formas de expressão e comunicação de formas diversificadas e contundentes Ainda observamos o interprete que trabalha o letramento, este de forma singular e complexa busca dar subsídios para o aluno urdo que possui baixa aquisição alfabética em língua portuguesa e que decorrente de não estar inserido em uma comunidade surda é preciso trabalhar sistematicamente as duas línguas se tornando bilíngüe. Para esclarecer essas situações devo informar aos,o interessados que existe um deserto entre oralismo. Bimodismo comunicação total e bilingüismo. O oralismo foi inserido no congresso de Milão , quando médicos e adeptos a língua oral acharam que para o surdo ser considerado “normal”, era necessário que o mesmo utiliza-se a língua oral, o que na verdade foi uma carne-oficina discriminando e excluindo todos os professores surdos e adeptos da língua de sinal. Em contra partida tivemos a resposta em no Congresso de Salamanca 1994-1996 onde foi criada a lei 2006 em que todo sujeito tem o direito de se desenvolver e ser educado em sua língua natural. Para melhorar ainda mais o verdadeiro idealismo os colegiados e preocupados com a essência natural de uma língua que se manifestava e se complexava em todas as diretrizes concomitantes fazendo sentido e respeitando as normas exigentes para uma gramática com escalas lexial, pragmáticas e semânticas. Em seqüência obtivemos o congresso de Guatemala onde não apenas foram apenas redigidos e aprovados os direitos dos surdos, mas, de todos os exclusivos elencando os favorecidos obtemos: cegos, negros, crianças e adolescentes de alto risco, trabalho infantil, descriminação racial. Ética e religiosa, perseguição ideológica, bulingue existentes na escola, e toda e qualquer forma que discrimine e reduza direitos existenciais e cidadânicos.
Mas, então, qual é esse novo perfil de intérprete ou/e interlocutor que está adentrando sociologicamente a pragmática existencial das elites enunciadas em nossa camada social? Fazendo uma retrospectiva sobre essa camada social, com a pertinência e a relevância de tentar um paradigmas sobre a atual situação do sujeito que está sujeito a normas e leis propostas por quem na verdade só tem conceitos abstraídos de estudos terceirizados. Bem; somos a geração que observa, reflete e se propõem a modificar a cruel, sádica e passível situação da inclusão. Somos Pesquisadores, críticos e amantes de uma nova realidade, pela qual estamos dispostos a nos render, reformular e ser flexível para que a mesma possa ser a resposta de muitas perguntas e conceitos.



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